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7/10/2010: Brasil deve começar a se preparar para a Copa 2014(Published by Ana Carolina)
A Copa do Mundo de 2014 é uma oportunidade ímpar de desenvolvimento econômico que deve se estender mesmo após o término do Mundial, mas para isso, o empenho deve começar desde já. Este foi o assunto discutido em evento promovido pelo Ministério do Turismo e o Sebrae em 27 de maio deste ano em São Paulo.
 
Segundo o gestor da carteira de turismo do Sebrae Nacional, Dival Schimidt “a Copa do Mundo é apenas um evento mobilizador e acelerador do desenvolvimento econômico. A agenda estratégica é mapear para identificar as oportunidades para as micro e pequenas empresas. O esforço pela competitividade empresarial representa um ganho a longo prazo”,
 
Segundo a Agência Sebrae de Notícias (www.agenciasebrae.com.br) estavam presentes no evento  representantes da Associação Brasileira de Agências de Viagem (Abav), Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH), Associação Brasileira das Operadoras de Trens Turísticos Culturais (Abottc) e Associação Brasileira das Empresas de Turismo de Aventura (Abeta).
 
O setor empresarial conta com a estratégia do governo federal de investimentos em infraestrutura, Em entrevista coletiva nesta última sexta-feira, 9 de julho, o presidente Lula afirmou: “O governo já garantiu um investimento de US$ 624 bilhões (R$ 1,1 trilhão) no PAC (Programa de Aceleração de Crescimento). Vai investir em infraestrutura até 2014 o que não investiu nos últimos 30 anos.”
 
O momento para começar a se preparar para a Copa 2014 é agora, e aqueles que estiverem munidos de recursos para atingir seu público alvo com antecedência poderá desfrutar dos benefícios de um evento deste porte em nosso país. Acreditamos que todos os empresários e brasileiros compartilham dos anseios do presidente:
 
“Não queremos fazer uma Copa do Mundo em que as pessoas saiam dizendo que o avião não pousou porque tinha um buraco na pista”, disse Lula. “Queremos fazer da Copa do Mundo um cartão-postal em que as pessoas possam enxergar o Brasil como uma grande economia.”
 
Veja o vídeo do discurso em Joanesburgo em 08/07/2010na apresentação do logo para Copa do Mundo de 2014: http://www.youtube.com/watch?v=9kSxla4RPK4&feature=related
 
 
Fontes:
 
Jornal D24am.com:
7/10/2010: Governo federal fomenta a internacionalização de empresas brasileiras(Published by Ana Carolina)

Em dezembro de 2009, o governo federal lançou o Termo de Referência entitulado Internacionalização de Empresas Brasileiras, em que fornece as bases para o apoio às empresas brasileiras que desejam exportar ou implementar suas operações no exterior.

Assista ao vídeo transmitido em 08/12/2009 pela TV NBR, com entrevista do Ministro do Desenvolvimento Miguel Jorge, que afirma ter certeza de que o superávit de exportações em 2010 será muito maior do que o de 2009: http://www.youtube.com/watch?v=6PBd4uaaKS0&feature=player_embedded

A IntelliBiz Traduções Empresariais, comprometida com o sucesso dos seus clientes e empenhada em colaborar com o desenvolvimento da economia brasileira, oferece um pacote de serviços de apoio ao processo de internacionalização de empresas nacionais, envolvendo desde a tradução de toda documentação da empresa até a preparação de sua equipe para lidar com o público alvo de seus negócios.

 

Postado por:

Ana Carolina Trevisan

Diretora Comercial da IntelliBiz

comercial@intellibiz.com.br

 

7/9/2010: Movimento de internacionalização das empresas brasileiras cresce a cada ano(Published by Ana Carolina)
Com o novo posicionamento do Brasil no cenário econômico mundial, os mercados externos estão se voltando para nossa economia e ao mesmo tempo, estamos mais preparados do que nunca para exportar. Além disso, as portas estão se abrindo para a entrada de capital brasileiro no exterior, o que demanda cada vez mais a capacidade das empresas de se comunicarem com seus players mundiais. Em sintonia com este movimento, a IntelliBiz oferece um pacote de serviços diferenciados de apoio à internacionalização de empresas nacionais e procura auxiliar na estratégia dos empreendedores brasileiros que estão se lançando no mercado exterior.
Para saber um pouco mais, confira trechos do artigo Internacionalização das empresas brasileiras de 29 de novembro de 2007, publicado na revista eletrônica Terra Magazine professor Antonio Corrêa de Lacerda da PUC-SP. Nele, o autor afirma que: “O movimento de internacionalização das empresas brasileiras vem crescendo ano após ano” e ainda:
“O Brasil, que há dez anos se coloca entre os cinco principais países em desenvolvimento absorvedores de investimentos diretos estrangeiros, convive com uma nova realidade na medida em que assume posição de destaque entre os maiores investidores no exterior. Há aspectos tanto positivos quanto negativos no processo.
Os positivos estão associados à maior robustez das empresas brasileiras, que adotaram estratégias ativas de inserção internacional por meio não apenas da exportação, mas da instalação de filiais no exterior. As vantagens estão associadas ao maior acesso ao mercado internacional de capitais, maior presença local nas várias regiões do mundo, superando barreiras tarifárias e não tarifárias. Adotando estratégias ativas de crescimento, deixam de ser alvo fácil de uma eventual aquisição por parte de um grande concorrente global.
No entanto, no caso brasileiro, o que também tem ocorrido é que devido à falta de condições mais favoráveis de competitividade, muitas empresas estão transferindo para o exterior suas operações. Fatores importantíssimos para a empresa competir em escala global, especialmente juros, financiamento, carga tributária, questões regulatórias, entraves burocráticos, e mais recentemente câmbio valorizado, têm inviabilizado a produção e exportação. São os mesmos fatores que afetam negativamente as decisões de investimentos externos no País. Isso provoca impactos negativos sobre as estruturas industriais, a cadeia de fornecedores, o emprego, a renda e o potencial de exportações, especialmente aquelas de maior valor agregado.
Há, portanto, uma diferença entre o movimento estrutural de internacionalização de empresas brasileiras, que de forma ativa ampliam sua atuação no exterior e a estratégia defensiva de empresas, que transferiram sua produção para outros países, em busca de condições mais favoráveis de competitividade. O primeiro movimento é agregador, o segundo, é substitutivo.
Como os fatores negativos podem ser revertidos, ao mesmo tempo em que os positivos podem ser potencializados, o futuro vai depender das estratégias adotadas. Isso vale não só para as empresas, agentes importantes, mas também e principalmente para políticas públicas que venham a favorecer as condições tanto para os investimentos de fora para dentro, quanto os de dentro para fora do País.” (Lacerda, 2007)
 
Antonio Corrêa de Lacerda é professor-doutor do departamento de economia da PUC-SP e autor, entre outros livros, de "Globalização e Investimento Estrangeiro no Brasil" (Saraiva). Foi presidente do Cofecon e da SOBEET.
 

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